Leituras do primeiro trimestre 2022 (e as metas?)

E os três primeiros meses do ano já passaram. E o que já podemos dizer sobre 2022? Que está sendo um ano estranho, estranho e triste, como só anos de guerra podem ser. Por mais que eu saiba que essa guerra é mais presente por estar mais frequente e explícita nos noticiários, por mais que é difícil dizer de um ano que houve paz no mundo, mesmo assim afeta e afeta muito.

Então, não só as leituras, mas tudo no campo mais subjetivo está estranho e não tenho mesmo outra palavra para descrever. Contudo, eu li alguma coisa sim e, como lá no inicio do ano me propus a compartilhar minhas intenções de leitura, hoje decidi compartilhar como andam as coisas nesse sentido.

Leituras concluídas:

Um salmo para o ano novo, de Charles Spurgeon (sermão)
Se tu podes! A capacidade de Jesus de salvar o pecador, de Thomas Spurgeon (sermão)
A vida invisível de Eurídice Gusmão, de Martha Batalha
A Viena de ontem, de Stefan Zweig (ensaio)
– Jó Ou A tortura dos Amigos, de Fabrice Hadjadj (peça de teatro)
– Feminilidade Radical, de Carolyn McCulley
Autoridade, de Jeff VanderMeer
Inimigo Mortal, de Michael T. Osterholm e Mark Olshaker
O Defunto, de Eça de Queirós (conto)
– Civilização, de Eça de Queirós (conto)
– José Matias, de Eça de Queirós (conto)

Releitura: estou relendo O mundo de ontem de Stefan Zweig, mas estagnei no capítulo três, preciso retomar.

Contos: como descrevi acima, nesse período de três meses, eu li três contos. Minha meta é ler trinta até 31/12/2022 e acho que está tranquilo de alcançar até lá. Mas mais que atingir um número, estou já bem feliz por ter começado a ler um autor novo, no caso o Eça de Queirós, e têm sido uma experiência incrível. Como comentou esses dias aqui no blog o Carlos, o Eça é um tipo de Machado de Assis, só que mais cirúrgico em suas críticas sociais. Muito bom mesmo.

Poesia: li dois poemas do Rilke, os quais nem citei acima, pois o que quero mesmo é conseguir ler todos os poemas do Elegias de Duíno e mais que isso, ao menos compreendê-los um pouquinho que seja, porque confesso, estão entre as coisas mais difíceis que tentei ler na vida.

Peças de Teatro: como também descrito acima, li uma peça e que peça! Jó Ou A tortura dos Amigos, me arrancou risos e lágrimas.

Sermões: li dois sermões dos Spurgeon, um do pai e um do filho.

Inglês?: nada ainda.

Não li: ainda nenhum dos sete livros que citei os títulos na meta.

Infanto-juvenil: ainda não li, e para esse item desde o inicio tinha em mente uma única leitura. Porém, já penso em dois títulos possíveis que sejam as minhas escolhas, isso é, um deles: O Mágico de Oz ou O Castelo no Ar.

Nem Agatha, nem Stephen: é…

Retomar projetos: é…

Ler um livro que está há muito tempo parado na minha estante: continua tudo parado.

~

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